Condeneitor
Alguém que ainda não sabe nada do futuro tem os dias contados: uma máquina em forma de homem atravessou o tempo com uma única ordem e nenhuma capacidade de duvidar. Do outro lado, um protetor vindo desse mesmo amanhã, com mais urgência do que munição. Entre ruas de bairro, garagens e perseguições a pé, «Condeneitor» reduz a ficção científica dos anos oitenta à escala doméstica: artesanato à vista, efeitos feitos à mão e uma convicção absoluta diante do seu próprio apocalipse de bolso.
Ficha técnica
- Título original
- Condeneitor